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SETOR CANAVIEIRO ANUNCIA MANIFESTAÇÃO NACIONAL

SETOR CANAVIEIRO ANUNCIA MANIFESTAÇÃO NACIONAL

Na semana passada, duas usinas fecharam no interior paulista e até o final do ano outras 12 estariam correndo o risco de encerrar suas atividades

DA AGÊNCIA ESTADO

Foram definidas algumas reivindicações, sendo a principal delas o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%. O setor também reclama do sucateamento de toda a cadeia produtiva e da falta de políticas governamentais em favor da cana.

Ficou acertado que haverá uma série de atividades em 24 de abril, definido como ‘Dia Nacional em Defesa do Etanol’. Tudo foi deliberado na reunião realizada na sede da Orplana (Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), em Piracicaba.

Estiveram presentes os deputados Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB), que também preside a Amcesp (Associação dos Municípios Canavieiros do Estado de São Paulo), além Arnaldo Jardim e Roberto Morais, ambos do PPS e integrantes de frentes parlamentares que defendem o setor.

Canavieiros aproveitaram para narrar o drama que garantem viver, afundados em dívidas e sem socorro governamental, o que torna a produção cada vez mais difícil. Para Thame, todas as tentativas de diálogo foram inúteis e o governo não se mexeu para atender aos pedidos de socorro do setor. ‘E isso exige uma ação mais contundente’.

Arnaldo Jardim falou que o foco das manifestações incluem a definição de uma tributação diferenciada para o setor, incentivo ao desenvolvimento de programas de tecnologia automotiva e a disseminação da bioeletricidade.

Crise

Na semana passada, duas usinas fecharam no interior paulista e até o final do ano outras 12 estariam correndo o risco de encerrar suas atividades. O presidente da Orplana, Manuel Ortolan, falou que os organizadores do movimento vão se reunir agora para definir os detalhes e a uniformidade do movimento. O setor também prepara uma manifestação em Brasília, no dia 13 de maio.

Fonte: Mídia News

Deputado na Mídia

EM CRISE, SETOR CANAVIEIRO PREPARA DIA NACIONAL EM DEFESA DO ETANOL

EM CRISE, SETOR CANAVIEIRO PREPARA DIA NACIONAL EM DEFESA DO ETANOL

Representantes do setor canavieiro do estado de São Paulo aprovaram nessa quinta-feira (3) um estado de mobilização que terá como ponto alto as manifestações do dia 24 de abril, definido como Dia Nacional em Defesa do Etanol. A medida foi tomada durante reunião realizada na sede da Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana), com a presença do deputadoAntonio Carlos Mendes Thame (SP), presidente da Associação dos Municípios Canavieiros do Estado de São Paulo (Amcesp)

Os deputados Arnaldo Jardim e Roberto Morais, ambos do PPS, também estiveram no encontro. Os três integram frentes parlamentares que defendem o setor. Antes da definição do calendário de eventos e das ações que serão deflagradas em nível nacional, informações listadas pelos deputados, referentes ao sucateamento de toda a cadeia produtiva e a falta de políticas governamentais para salvar o setor, subsidiaram as discussões.

Os canavieiros também tiveram espaço para relatar o drama que vivem, afundados em dívidas e sem socorro governamental, o que torna a produção cada vez mais difícil. Para Thame, todas as tentativas de diálogo foram inúteis e o governo não se mexeu para atender aos pedidos de socorro do setor, que exige uma ação mais contundente.

“Na semana passada, duas usinas fecharam e, até o final do ano, mais 12 usinas correm o risco de encerrar suas atividades. Não podemos mais esperar até que todas quebrem. O desgaste social é brutal e os empregos perdidos impactam negativamente nas cidades e regiões, em toda a economia”, alerta o deputado Mendes Thame. Segundo a Única (União da Indústria da Cana-de-Açúcar), em 2010 o setor sucroalcooleiro empregou mais 500 mil pessoas no Estado de São Paulo.

De acordo com o deputado estadual Arnaldo Jardim, as principais reivindicações, foco das manifestações, incluem a definição de uma tributação diferenciada para o setor; incentivo ao desenvolvimento de programas de tecnologia automotiva; disseminação da bioeletricidade e o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%.

O presidente da Orplana, Manuel Ortolan, informa que nesta segunda-feira os organizadores do movimento se reúnem com representantes da cadeia produtiva, em São Paulo, para definir os detalhes e a uniformidade do movimento. O setor também programa uma manifestação em Brasília, no dia 13 de maio.

(Da assessoria do deputado, com alterações/Foto: Alexssandro Loyola)

Fonte: PSDB na Câmara

SETOR PREPARA DIA EM DEFESA DO ETANOL

SETOR PREPARA DIA EM DEFESA DO ETANOL

Representantes do setor canavieiro do Estado de São Paulo aprovaram nesta quinta-feira, dia 3 de abril, um estado de mobilização, que terá como ponto alto as manifestações do dia 24 de abril, definido como Dia Nacional em Defesa do Etanol.

As deliberações foram tiradas durante reunião realizada na sede da Orplana (Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), em Piracicaba, com a presença dos deputados Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB), que também preside a Amcesp (Associação dos Municípios Canavieiros do Estado de São Paulo), Arnaldo Jardim e Roberto Morais, ambos do PPS, todos integrantes de frentes parlamentares que defendem o setor.

Antes da definição do calendário de eventos e das ações que serão deflagradas em nível nacional, informações listadas pelos deputados, referentes ao sucateamento de toda a cadeia produtiva e a falta de políticas governamentais para salvar o setor, subsidiaram as discussões.

Os canavieiros também tiveram espaço para relatar o drama que vivem, afundados em dívidas e sem socorro governamental, o que torna a produção cada vez mais difícil.

Para Thame, todas as tentativas de diálogo foram inúteis e o governo não se mexeu para atender aos pedidos de socorro do setor, que exige uma ação mais contundente.

“Na semana passada, duas usinas fecharam e, até o final do ano, mais 12 usinas correm o risco de encerrar suas atividades. Não podemos mais esperar até que todas quebrem. O desgaste social é brutal e os empregos perdidos impactam negativamente nas cidades e regiões, em toda a economia”, alerta o deputado Mendes Thame. Segundo a Única (União da Indústria da Cana-de-Açúcar), em 2010 o setor sucroalcooleiro empregou mais 500 mil pessoas no Estado de São Paulo.

De acordo com o deputado estadual Arnaldo Jardim, as principais reivindicações, foco das manifestações, incluem a definição de uma tributação diferenciada para o setor; incentivo ao desenvolvimento de programas de tecnologia automotiva; disseminação da bioeletricidade e o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%.

Para o deputado estadual Roberto Morais, o movimento chega na hora certa e precisa envolver toda a sociedade e evitar, assim, a quebradeira generalizada em um setor estratégico.

O presidente da Orplana, Manuel Ortolan, informa que nesta segunda-feira os organizadores do movimento se reúnem com representantes da cadeia produtiva, em São Paulo, para definir os detalhes e a uniformidade do movimento. O setor também programa uma manifestação em Brasília, no dia 13 de maio.

Jornalistas responsáveis: Flávia Paschoal e Marisa Massiarelli Setto (Toda Mídia Comunicação)

Projeto aumenta percentual de álcool na gasolina

Projeto aumenta percentual de álcool na gasolina

Tramita na Câmara projeto de lei (PL 6068/13) que prevê redução na emissão de poluentes por veículos automotores. Atualmente, a Lei 8.723/93 fixa em 22% o percentual obrigatório de adição de álcool à gasolina e permite ao governo variar esses percentuais entre 25% e 18%.

O projeto, apresentado pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), é presidente da AMCESP (Associação de Apoio aos Municípios Canavieiros e Agricultura Energética do Estado de São Paulo), prevê que esse percentual varie entre 30% e 20%. Segundo o parlamentar, além de contribuir para a saúde pública, a proposta pretende “estimular o setor sucroalcooleiro a continuar expandindo as suas atividades em todas as fases da cadeia produtiva”.

“O biocombustível é considerado um combustível limpo porque as emissões resultantes do seu uso nos centros urbanos são geralmente menores e menos agressivas em comparação com as geradas pela gasolina e o diesel”, argumenta o deputado. Mendes Thame acrescenta que a mistura carburante com a adição do álcool anidro à gasolina “também contribui significativamente para reduzir a contaminação atmosférica urbana”.

Subvenção

O autor da proposta lembra que foram adotadas algumas medidas para melhorar a situação do setor sucroalcooleiro, como o pagamento de subvenção econômica das unidades industriais produtoras de etanol combustível e aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da Região Nordeste.

Foi garantido também financiamento da renovação e implantação de canaviais com equalização da taxa de juros, além de instituído crédito presumido da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins na venda de álcool, inclusive para fins carburantes. Segundo ele, porém, tais medidas “não foram suficientes para suplantar as dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores de cana-de-açúcar”.

Dificuldades do setor

Segundo Mendes Thame, o Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana) relata que os pequenos produtores estão sendo severamente afetados pela crise no setor, por enfrentarem dificuldades em arcar com os altos custos do corte mecanizado.

O deputado acredita que as medidas previstas no PL 6068/13 poderão impulsionar o setor sucroalcooleiro “a continuar avançando na busca de novas tecnologias e na superação dos obstáculos econômicos, em razão da elevação do preço pago pelo litro aos produtores”.

Tramitação

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
prevê que esse percentual varie entre 30% e 20%. Segundo o parlamentar, além de contribuir para a saúde pública, a proposta pretende “estimular o setor sucroalcooleiro a continuar expandindo as suas atividades em todas as fases da cadeia produtiva”.

“O biocombustível é considerado um combustível limpo porque as emissões resultantes do seu uso nos centros urbanos são geralmente menores e menos agressivas em comparação com as geradas pela gasolina e o diesel”, argumenta o deputado. Mendes Thame acrescenta que a mistura carburante com a adição do álcool anidro à gasolina “também contribui significativamente para reduzir a contaminação atmosférica urbana”.

Subvenção

O autor da proposta lembra que foram adotadas algumas medidas para melhorar a situação do setor sucroalcooleiro, como o pagamento de subvenção econômica das unidades industriais produtoras de etanol combustível e aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da Região Nordeste.

Foi garantido também financiamento da renovação e implantação de canaviais com equalização da taxa de juros, além de instituído crédito presumido da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins na venda de álcool, inclusive para fins carburantes. Segundo ele, porém, tais medidas “não foram suficientes para suplantar as dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores de cana-de-açúcar”.

Dificuldades do setor

Segundo Mendes Thame, o Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana) relata que os pequenos produtores estão sendo severamente afetados pela crise no setor, por enfrentarem dificuldades em arcar com os altos custos do corte mecanizado.

O deputado acredita que as medidas previstas no PL 6068/13 poderão impulsionar o setor sucroalcooleiro “a continuar avançando na busca de novas tecnologias e na superação dos obstáculos econômicos, em razão da elevação do preço pago pelo litro aos produtores”.

Tramitação

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Jornalista
Genivaldo Barbosa – Mtb 62.612

Canavieiros mostram otimismo para 2014

Canavieiros mostram otimismo para 2014

Segundo o presidente da Coplacana, Arnaldo Antonio Bortoletto, estimativa é de que a safra comece em abril com 7% a mais no repasse ao produtor.

Passado o auge da crise no setor sucroalcooleiro, no ano passado, os canavieiros demonstram mais otimismo para este ano, por causa da melhor remuneração pela tonelada de cana. É o que tem notado o presidente da Coplacana (Cooperativa dos Plantadores de Cana de Piracicaba), Arnaldo Antonio Bortoletto, nas conversas com os agricultores, nesses primeiros meses do ano.

A estimativa do presidente é que a safra comece em abril com 7% a mais no repasse ao produtor. Esse otimismo de Bortoletto é baseado no valor da canade- açúcar calculado pela ATR (Açúcar Total Recuperável). A ATR é a quantidade de açúcar disponível na matéria-prima subtraída das perdas no processo industrial e nos preços do açúcar e etanol vendidos pelas usinas nos mercados interno e externo. Houve aumento de 4,18% da ATR de novembro para dezembro.

O preço da ATR subiu de R$ 0,4637 em novembro para R$ 0,4831 em dezembro, um incremento de 4,18% no preço da tonelada. “A remuneração melhor ajuda a diluir os custos”, afirmou Bortoletto.

Neste período de entressafra, que vai de janeiro até março, os derivados da cana tiveram aumento de preço. A saca do açúcar branco, no mercado interno, estava sendo vendida a R$ 50. Em abril e maio do ano passado a saca estava em R$ 43. No Brasil, 2/3 do açúcar é exportado. Já o açúcar VHP para exportação está sendo vendido a R$ 40 a saca.

O etanol carburante, usado na mistura com a gasolina, estava cotado a R$ 1,44 à venda, em dezembro. Já o etanol hidratado estava custando R$ 1,28 para venda.

Segundo a última pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, realizada de 12 a 18 de janeiro, o preço mínimo do etanol ao consumidor estava em R$ 1,799 e o máximo, R$ 1,999, na cidade, com preço médio de R$ 1,926 nos 26 postos pesquisados.

Segundo Bortoletto, há expectativa de cair a produção de açúcar na Europa e na Índia, o que pode contribuir para subir os preços no mercado internacional. E a expectativa é que o preço do etanol neste período de entressafra fique estável.

A diferença de preço entre álcool e gasolina deve ficar em até 70%, o que torna o uso do biocombustível vantajoso.

Hoje, no Brasil, 45% da cana é destinada a produção de açúcar e 55%, de etanol. “A tendência é o preço ser melhor do que no ano passado”, disse Bortoletto. Apesar da melhor remuneração, o presidente da Coplacana disse que o agricultor deve ter cautela e evitar se endividar muito e contrair empréstimos.

Apesar de o setor ter feito manifestações no ano passado, o governo federal ainda não cenou com a possibilidade de definir politicas públicas para alavancar o setor, como concessão de subsídio para o preço do etanol. Outro agravante é que o governo concedeu um aumento de 8% no preço do diesel e 4% na gasolina, medida considerada excessivamente popular por Bortoletto. Os aumentos não cobriram a defasagem de preço dos combustíveis. E o etanol não pode subir muito de preço senão fica menos competitivo de que a gasolina.

Reportagem: Claudete Campos
Foto: Isabela Borghese / jornaldepiracicaba

Genivaldo Barbosa: Mtb 62.612

(INTERNACIONAL) UNICA contesta proposta de redução no uso de biocombustíveis nos EUA

(INTERNACIONAL)  UNICA contesta proposta de redução no uso de biocombustíveis nos EUA

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) enviou nesta quarta-feira, 28/01, uma carta oficial à Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (Environmental Protection Agency – EPA), questionando a proposta de redução no volume de biocombustíveis avançados consumidos anualmente naquele país em cerca de 40%. A proposta, anunciada em novembro de 2013, faz parte de uma série de ajustes propostos pela EPA para o RFS (Renewable Fuel Standard), lei que define os volumes de produção e uso de biocombustíveis no país.

Em 2013, foram consumidos no mercado americano cerca de 3 bilhões de galões (11,3 bilhões de litros) de combustíveis renováveis avançados, principalmente etanol de cana-de-açúcar e biodiesel. Agora, sob pressão principalmente da indústria do petróleo, a EPA quer restringir este volume a 2,2 bilhões de galões (8,3 bilhões de litros) em 2014.

A carta da UNICA detalha as preocupações dos produtores brasileiros de etanol de cana sobre a redução proposta pela EPA, que a entidade brasileira considera “desnecessária e injustificada.” A UNICA acredita que a redução é um retrocesso significativo, que inverte o progresso que vem sendo feito com o aumento da utilização de biocombustíveis renováveis eficientes, com baixas emissões de gases de efeito estufa. A UNICA também entende que a proposta favorece o uso de combustíveis fosseis, contrariando os objetivos da Lei do Ar Limpo e o Plano de Ação Climática, lançados em junho de 2013 pelo presidente Barack Obama.

A carta conclui afirmando que a proposta, inevitavelmente, terá dois efeitos: uma redução nos investimentos em biocombustíveis avançados por parte dos produtores e danos ambientais causados pela diminuição no uso de combustíveis limpos, levando a um aumento das emissões.

No dia 05/12 de 2013, a UNICA já havia participado de uma audiência pública realizada em Arlington, no estado da Virgínia (EUA), para debater a regulamentação da nova proposta. Na oportunidade, a representante da UNICA para a América do Norte, Letícia Phillips, reafirmou o importante papel do etanol brasileiro como parceiro no cumprimento das metas americanas de utilização de energia limpa e redução de emissões de gases causadores do efeito estufa (GEEs).

“Em 2010, a EPA atestou que o etanol de cana brasileiro reduz as emissões de dióxido de carbono em mais de 60% e o designou um combustível renovável avançado, algo que não foi concedido a nenhum outro tipo de etanol produzido comercialmente. Portanto, não faz sentido a proposta da EPA, que reduziria drasticamente o volumes de combustíveis avançados utilizados no mercado americano,” concluiu Phillips.

O período de comentários públicos sobre a proposta de redução no uso de biocombustíveis avançados termina em 28/01/14 e a EPA deve anunciar sua decisão final sobre os volumes a serem adotados até a metade deste ano.

FONTE/www.unica.com.br/noticia

DEPUTADOS SE REÚNEM COM DIREÇÃO DA ANP PARA PEDIR AÇÕES E POLÍTICAS PÚBLICAS QUE FORTALEÇAM O ETANOL

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Os deputados federais Antonio Carlos Mendes Thame, Alexandre Toledo, Osmar Júnior, Arnaldo Jardim e a deputada Luciana Santos estiveram, nesta quarta feira (11), com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Dra. Magda Chambriard, pleiteando melhores condições de desenvolvimento para o etanol brasileiro. Os deputados fazem parte da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, instalada no último dia 5 de novembro.

As colocações partiram do pressuposto de que o etanol traz para o país inúmeras vantagens. É possível enumerar seis principais. A primeira delas é de natureza macroeconômica: cada barril de biodiesel ou etanol produzido corresponde a um barril de combustível fóssil que deixa de ser importado, melhorando o resultado da balança comercial. A segunda vantagem é ambiental, pois os biocombustíveis contribuem para diminuir o efeito estufa, já que sua combustão emite muito menos CO2. A terceira é relativa à saúde publica: o álcool, como aditivo à gasolina, dispensou a adição do chumbo-tetraetila, substância altamente cancerígena. A quarta vantagem diz respeito à geopolítica, ao diminuir a dependência do petróleo, produzido em regiões afetadas por constantes tensões políticas. A quinta é a geração de energia, através da queima dos resíduos da produção do biodiesel ou do álcool. A sexta vantagem é social: geração de empregos e renda nas cidades e no campo.

“Em suma, trata-se de um produto 100% nacional e que no momento ainda tem uma vantagem extra: cada litro de etanol anidro custa mais barato do que um litro de gasolina importada e mais barato do que o preço da gasolina vendida aqui no Brasil pela Petrobrás. Além de tudo, o etanol está ajudando a baixar o preço final da gasolina”, ressaltou o deputado Mendes Thame.

Ou seja, além de baixar o preço do biocombustível, o etanol contribui para equilibrar a balança comercial brasileira, diminuindo o déficit dos biocombustíveis, que hoje passa de R$ 18 bilhões, e que sem a contribuição do etanol anidro, como aditivo, passaria dos R$ 30 bilhões.

Na discussão com a diretora-geral da ANP Dra. Magda Chambriard, ficou claro que deverá haver uma promoção maior para consumo pelo mercado interno dos biocombustíveis. A diretora ANP ressaltou que o aumento da mistura de etanol na gasolina de 20% para 25%. foi beneficio para a Petrobras e para economia brasileira.

O deputado Thame destacou que é autor de um projeto de lei nesse sentido, autorizando o governo a aumentar a mistura de 25% para 30%, e que as próprias indústrias brasileiras, representadas pela Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores) dizem que essa mistura é viável e que não prejudica a qualidade da gasolina, “o que é extremamente relevante para que não diminua o poder de octanagem da gasolina. O álcool não traz nenhum malefício, só benefícios quando misturado a gasolina, daí o PL que apresentei que não obriga mas sim autoriza o governo a aumentar até 30% a mistura de álcool nos momentos em que houver esse produto em disponibilidade no mercado”, explicou o parlamentar.

Outras medidas vem sendo estudadas pela ANP no sentido de aumentar a produção de etanol, e dessa forma, ajudar ao atendimento da demanda interna de biocombustíveis a qual  deverá aumentar muito nos próximos anos.

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Jornalista Responsável

Genivaldo Barbosa Mtb 62612 SP / Thomas Guida

Municípios Canavieiros Reivindicam Correção do ICMS

Municípios Canavieiros Reivindicam Correção do ICMS

O vice-presidente da Amcesp (Associação dos Municípios do Centro do Estado de São Paulo), Celso Torquato Junqueira, acompanhado pelos prefeitos de Pereira Barreto, Monções e Sertãozinho – cidades produtoras de cana-de-açúcar, reuniram-se na quarta-feira passada com o secretário Estadual da Fazenda, André Calabi e a secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Mônika Bergamaschi, para discutir a questão do repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) aos municípios canavieiros. Em 2011, o governo estadual mudou a forma de apuração do valor agregado (o valor adicional que bens adquirem durante o processo produtivo), criando uma distorção fiscal para municípios que possuam em seu território usinas cooperadas cujo produto seja exportado.

O problema acontece quando a cana-de-açúcar é processada em uma usina cooperada e transformada em açúcar para ser posteriormente exportado. O processo de moagem de cana nas usinas desses municípios agrega valor ao produto, portanto os municípios deveriam receber uma parcela do ICMS incidente sobre essa mercadoria, proporcional ao valor agregado. Porém, se a usina cooperada transfere o produto para a sede da cooperativa em Santos pelo valor de custo, sem incluir o valor que foi agregado ao produto, do ponto de vista fiscal todo valor agregado na usina no município canavieiro é calculado como se tivesse ocorrido em Santos, por ocasião da venda.

Com essa metodologia, muitos municípios canavieiros têm sofrido drásticas reduções em seus orçamentos. Entre 2010 e 2012, por exemplo, o município de Monções sofreu uma redução de 43,2% em seu Índice de Participação dos Municípios, usado para calcular o repasse do ICMS. Segundo o presidente da Amcesp, deputado federal Antônio Carlos de Mendes Thame, nessas situações é preciso que haja uma revisão da metodologia de cálculo do repasse, para refletir a participação do município produtor onde ocorreu o valor agregado.

O secretário André Calabi reconhece que a questão é de grande importância para os municípios canavieiros e se comprometeu a estudar uma alternativa jurídica que possa corrigir legalmente essa distorção fiscal e atender aos interesses dos municípios canavieiros.

 

Jornalista Responsável

Genivaldo Barbosa Mtb 62612 SP / Marcelo Cargano

THAME PARTICIPA DO LANÇAMENTO DE FRENTE NACIONAL EM DEFESA DO SETOR SUCROENERGÉTICO

THAME PARTICIPA DO LANÇAMENTO DE FRENTE NACIONAL EM DEFESA DO SETOR SUCROENERGÉTICO

O deputado federal e diretor executivo da Amcesp, Antonio Carlos Mendes Thame participou do lançamento da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, no último dia 5 de novembro. Contando com a adesão de mais de 300 parlamentares de partidos governistas e oposicionistas, afrente busca auxiliar o setor sucroalcooleiro, que enfrenta uma das piores crises de sua história.

Para o deputado, o lançamento da Frente Parlamentar é uma ferramenta importante para a concentração de esforços e unificação de propostas, vital para que o setor possa negociar com mais força em Brasília. “Com a Frente, poderemos combater alguns dos problemas enfrentados pelo setor atualmente, como o controle artificial dos preços da gasolina e a ociosidade nas indústrias, o que já levou ao fechamento de 39 usinas em 2012 e a previsão de fechamento de outras 12 neste ano”, declarou Thame.

Thame destaca a importância do setor sucroalcooleiro para o Brasil e para São Paulo, lembrando que mesmo com a crise o setor foi responsável por 56% de toda a produção nacional e empregou diretamente 420 mil pessoas no estado em 2012.

O parlamentar, diretor executivo da Amcesp (Associação de Apoio aos Municípios canavieiros e de Agricultura Energética do Estado de São Paulo), é um histórico defensor das reivindicações dos produtores de cana-de-açúcar e participou da criação da Frente desde sua primeira manifestação, realizada em Piracicaba em agosto deste ano. No início de outubro também participou do lançamento da Frente Parlamentar de Defesa do Setor Sucroenergético na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Além de Thame, também participaram do lançamento o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP), coordenador geral da Frente; o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB-SP); o senador Aécio Neves (PSDB-MG); o primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR); o presidente da Organização dos Plantadores de Cana-de-Açúcar da Região Centro-Sul do Brasil (ORPLANA), Manoel Ortolan; o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (FEPLANA), Paulo Leal; e a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), Arnaldo Bortoletto e o vice-presidente José Coral.

Jornalista Responsável

Genivaldo Barbosa Mtb 62612 SP / Thomas Guida

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